Foto: Arquivo / Agência Brasil



Em vigor há 13 dias, o programa de Crédito do Trabalhador já movimentou mais de R$3,1 bilhões em empréstimos consignados. Dados divulgados pela Dataprev e repassados ao Ministério do Trabalho e Emprego (MTE), 500.083 trabalhadores firmaram 501.301 contratos, com um valor médio de empréstimo de R$ 6.284,45 por trabalhador. As parcelas possuem um valor médio de R$ 350,11 e um prazo médio de 18 meses.

 

O ministro do Trabalho e Emprego, Luiz Marinho, destacou que os resultados do programa refletem a preocupação do presidente Luiz Inácio Lula da Silva em garantir acesso ao crédito para os trabalhadores que antes não tinham essa oportunidade. "A magnitude do resultado do programa expressa a grande sensibilidade do presidente Lula, que queria atender os trabalhadores sem acesso ao crédito e ainda dar oportunidade para que saiam de dívidas caras por meio de empréstimos mais baratos", afirmou Marinho.

 

Para obter o Crédito do Trabalhador, as instituições financeiras avaliam o tempo de trabalho, o salário e as garantias oferecidas pelo trabalhador. O beneficiário pode optar por oferecer até 10% do FGTS como garantia ou 100% da multa rescisória, mas também tem a opção de não apresentar garantias. Com base nesses dados, os bancos avaliam o risco e definem a concessão do crédito, que não podem comprometer mais de 35% da sua renda com as parcelas mensais. 

 

O Crédito do Trabalhador está disponível por meio da Carteira de Trabalho Digital e pode ser acessado por empregados domésticos, trabalhadores rurais e funcionários de microempreendedores individuais (MEI), desde que não possuam outro empréstimo consignado vinculado ao mesmo emprego. A partir de 25 de abril, todos os bancos poderão oferecer essa linha de crédito por meio de suas plataformas digitais.

Por Bahia Notícias